Direito Constitucional

Senado nega acesso a registros de entrada da mulher de Alexandre de Moraes

Ministros do STF avaliam, nos bastidores, a possibilidade de substituir a prisão preventiva de Jair Bolsonaro por domiciliar, com base em razões humanitárias ligadas à saúde, sem decisão formal até agora.

Ministros do Supremo Tribunal Federal discutem, de forma reservada, a possibilidade de alteração do regime de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente em prisão preventiva, para o regime domiciliar.

A avaliação considera argumentos de natureza humanitária, especialmente relacionados às condições de saúde do réu e aos riscos decorrentes da permanência em estabelecimento prisional.

Saúde como fundamento central

Uma equipe de peritos da Polícia Federal realizou visita técnica ao local de detenção, no Complexo da Papuda. O laudo ainda não foi concluído, mas vem sendo citado como elemento relevante nas discussões.

Argumentos apresentados

  • Idade avançada do ex-presidente.
  • Existência de comorbidades.
  • Possível agravamento do quadro clínico.

Interlocuções entre ministros

Nos bastidores, ministros como Gilmar Mendes e Kassio Nunes Marques teriam manifestado apoio à reavaliação do regime prisional, dialogando com o relator do caso, Alexandre de Moraes.

Por que essas conversas são relevantes

Embora não representem decisão formal, essas interlocuções influenciam a formação de convencimento jurídico e a análise de medidas cautelares pelo relator.

Aspectos jurídicos em debate

  • Compatibilidade da prisão preventiva com princípios humanitários.
  • Possibilidade legal de prisão domiciliar.
  • Fundamentação constitucional da medida.

Riscos e cautelas processuais

  • Preservação da ordem pública.
  • Garantia de comparecimento aos atos processuais.
  • Prevenção de interferência na investigação.

Até o momento, não há decisão pública do STF alterando o regime prisional. As movimentações permanecem no campo das articulações internas.

Fonte: Revista Oeste

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