Créditos da imagem: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
A declaração voltou a circular com força após a oficialização da indicação de Jorge Messias ao STF pelo presidente Lula. Em entrevista de outubro de 2024, o advogado-geral da União afirmou que a AGU foi a primeira instituição do Estado brasileiro a pedir a punição dos envolvidos na depredação dos Três Poderes, e que as prisões preventivas foram decretadas por Alexandre de Moraes a pedido direto da AGU.
Confira o vídeo:
As medidas requeridas pela AGU
Além das prisões preventivas, a AGU requereu o bloqueio de R$ 100 milhões em bens dos condenados para ressarcimento ao patrimônio público. Até o momento, mais de R$ 20 milhões já foram bloqueados.
A posição sobre a anistia e contexto político
Sobre qualquer proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, Messias foi categórico: classificou a medida como inconstitucional e como uma agressão à população brasileira.
A repercussão das declarações se soma a um cenário delicado para a indicação. Levantamento do Estadão aponta que Messias tem até agora nove votos favoráveis na CCJ do Senado — menos que os 14 necessários para avançar à votação no plenário.
Redação Lawletter