O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, criticou publicamente a atuação de escritórios de advocacia com vínculos familiares com ministros do Supremo Tribunal Federal.
As declarações reacenderam o debate sobre ética, transparência e percepção de conflito de interesses na advocacia em tribunais superiores.
Críticas ao modelo institucional
Segundo o advogado, a presença de parentes de ministros em grandes bancas cria desequilíbrio competitivo entre profissionais, ainda que não haja ilegalidade formal.
Repercussão e manifestações
Casos envolvendo contratos privados de escritórios ligados a familiares de ministros ampliaram o debate. Ministros citados negaram qualquer interferência ou irregularidade.
- Percepção de conflito de interesses
- Limites éticos da advocacia em cortes superiores
- Legalidade versus credibilidade institucional
- Ausência de decisões que apontem irregularidades
O tema segue em discussão no campo público e acadêmico, sem desdobramentos formais anunciados.
Fonte: Poder 360