Direito das Mulheres
Direitos Humanos

Quando o currículo vira rodapé: o custo simbólico para mulheres em posições de poder

Análise aponta que mulheres em cargos de poder têm currículos minimizados e são avaliadas por estereótipos de gênero, enfraquecendo o debate técnico e a legitimidade institucional.

A ascensão de mulheres a cargos de poder no Brasil ainda é acompanhada pela minimização de suas trajetórias profissionais, com o currículo frequentemente relegado a segundo plano no debate público.

O deslocamento do mérito

Em vez da análise técnica, ganham espaço leituras personalizadas, estereótipos de gênero e questionamentos subjetivos sobre mulheres em posições de destaque.

  • Currículo tratado como elemento acessório
  • Ênfase em aspectos pessoais e narrativas deslegitimadoras
  • Fragilização simbólica da autoridade institucional

Reflexos institucionais

O fenômeno impacta especialmente espaços como tribunais e órgãos políticos, estruturados sobre critérios formais de competência e reputação.

Dimensão coletiva

A análise aponta que o custo não é apenas individual, mas institucional e democrático, ao empobrecer o debate público e desestimular a participação feminina.

Fonte: JOTA

Imagem: Senado

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