Direito Civil

STJ define que direito de regresso só pode ser exercido após pagamento da indenização

STJ decidiu que o direito de regresso só pode ser exercido após o pagamento efetivo da obrigação principal, afastando ações regressivas baseadas em valores futuros ou potenciais.

O Superior Tribunal de Justiça firmou entendimento de que o direito de regresso somente pode ser exercido após o pagamento efetivo da obrigação principal ao credor.

Segundo a Corte, sem o desembolso da quantia devida não há dano concreto que justifique a pretensão de ressarcimento.

Fundamento jurídico

Direito de regresso

O instituto visa recompor o patrimônio de quem suportou o ônus financeiro da obrigação principal, o que pressupõe pagamento prévio.

Entendimento do STJ

A Corte afastou a possibilidade de ação regressiva baseada em obrigações futuras ou potenciais, para evitar decisões hipotéticas e insegurança jurídica.

Impactos práticos

A decisão afeta litígios envolvendo responsabilidade civil, seguros e contratos, reforçando que a quitação da obrigação é requisito indispensável para a ação regressiva.

O entendimento consolida a jurisprudência e reforça a exigência de dano efetivo como pressuposto da responsabilidade patrimonial.

Fonte: Consultor Jurídico

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