Direito Administrativo

USP assume coordenação de acordo com BNDES liderado por Lewandowski

A USP assumiu a coordenação de acordo com o BNDES para desenvolver estudos sobre políticas públicas, em parceria institucional que envolve debate jurídico, uso de fundações de apoio e fiscalização por órgãos de controle.

A Universidade de São Paulo (USP) passou a assumir a coordenação de um acordo de cooperação firmado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), voltado à elaboração de estudos e projetos destinados ao aprimoramento de políticas públicas.

Coordenação acadêmica do acordo

O acordo estabelece que a USP será responsável pela coordenação técnica e acadêmica dos trabalhos, reunindo pesquisadores, especialistas e centros de pesquisa da instituição para a produção de diagnósticos e propostas.

Pontos-chave do arranjo

  • Coordenação técnica exercida pela universidade
  • Produção de estudos e relatórios para políticas públicas
  • Participação de centros de pesquisa e especialistas

Papel do BNDES na parceria

O BNDES atua como financiador e parceiro institucional, no exercício de sua função legal de fomentar o desenvolvimento econômico e social do país.

Por que o BNDES pode financiar esse tipo de projeto?

A legislação que rege o banco autoriza o apoio a iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento de políticas públicas e ao fortalecimento institucional, inclusive por meio de cooperação técnica.

Uso de fundações de apoio

O modelo prevê a participação de fundações de apoio universitário, responsáveis pela gestão administrativa e financeira dos projetos.

Esse mecanismo é permitido pela legislação, desde que respeitados os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Debate jurídico sobre a liderança do acordo

A atuação de Ricardo Lewandowski na condução institucional do acordo tem suscitado debates quanto a possíveis conflitos de interesses e ao cumprimento das regras aplicáveis a ex-agentes públicos.

O que está em discussão do ponto de vista jurídico?

A análise envolve a observância de normas de quarentena, impedimentos e compatibilidade das atividades exercidas após a aposentadoria no STF.

Fiscalização e controle

A execução do acordo será acompanhada por órgãos de controle interno e externo, que avaliam a regularidade da aplicação dos recursos públicos e a utilidade dos resultados produzidos.

Etapas previstas

• Desenvolvimento dos estudos técnicos

• Produção de relatórios e diagnósticos

• Avaliação pelos órgãos de controle

O caso reforça a importância de mecanismos de governança e transparência em parcerias entre universidades públicas e empresas estatais.

Fonte: Revista Oeste

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