Direito da Criança e do Adolescente
Direito Penal

Idoso é preso por estupro de vulnerável e por exibir conteúdo sexual a criança

Homem de 77 anos foi preso suspeito de estupro de vulnerável e exibição de conteúdo sexual a criança.

Prisão e investigação em andamento

Um homem de 77 anos foi preso sob suspeita de estupro de vulnerável e de exibir conteúdo sexual a uma criança. O caso está sendo apurado pelas autoridades policiais, que investigam as circunstâncias dos fatos e a possível existência de outras vítimas.

Denúncias e indícios iniciais

A prisão ocorreu após denúncias e diligências que apontaram indícios suficientes da prática dos crimes. Segundo as informações apuradas, o investigado teria cometido atos de natureza sexual contra uma criança e exibido vídeos com conteúdo sexual explícito.

Enquadramento jurídico

As condutas investigadas, em tese, estão previstas no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, que garantem proteção integral a crianças e adolescentes.

  • ⚖️Estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal): envolve conjunção carnal ou qualquer ato libidinoso com menor de 14 anos, independentemente de consentimento.
  • 📵Exibição de conteúdo sexual: crime autônomo previsto no ECA, caracterizado pela submissão do menor a cenas de sexo explícito ou pornográfico.

Procedimentos e garantias legais

A Polícia Civil realizou a prisão e encaminhou o caso ao Poder Judiciário. O material apreendido será submetido a perícia técnica, e novas diligências devem esclarecer a extensão das condutas.

O suspeito permanece à disposição da Justiça. A eventual responsabilização penal dependerá da produção de provas e do respeito ao contraditório e à ampla defesa.

Proteção da vítima e prevenção

Crimes contra crianças são tratados com especial rigor pelo ordenamento jurídico brasileiro. A legislação assegura sigilo processual, atendimento especializado e atuação integrada entre os órgãos do sistema de Justiça e a rede de proteção.

Especialistas ressaltam que a denúncia é fundamental para interromper ciclos de violência e prevenir novas violações.

Fonte: Metrópoles

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