O ministro Jhonatan de Jesus, relator no TCU do processo que trata da liquidação do Banco Master, passou a figurar no centro de questionamentos envolvendo emendas parlamentares indicadas quando exercia mandato de deputado federal por Roraima.
Levantamentos jornalísticos apontam que cerca de R$ 42 milhões em recursos federais destinados a obras no estado não resultaram em execução completa nem em prestação de contas adequada.
Valores e destinação
Problemas identificados
Fiscalizações apontaram obras inacabadas, estruturas abandonadas e divergências entre os planos de trabalho e a situação encontrada nos locais.
Principais inconsistências encontradas
Planos genéricos, erros materiais e indicação de municípios distintos dificultaram a verificação da aplicação dos recursos.
Prestação de contas e medidas judiciais
No município de Iracema, cerca de R$ 11,7 milhões foram repassados sem apresentação de relatórios formais exigidos pela legislação.
Consequências imediatas
Posicionamento do ministro
Em sua defesa, Jhonatan de Jesus afirmou que a responsabilidade pela execução e prestação de contas é dos entes beneficiários, negando irregularidade em sua atuação parlamentar.
Segundo o ministro, a indicação de emendas não implica ingerência direta sobre a execução das obras ou gestão dos recursos.
Debate institucional
Pontos em discussão
Fonte: Revista Oeste