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Análises aprofundadas e opiniões de especialistas sobre os principais temas do direito brasileiro
- Coluna em Destaque
Direito Administrativo
Felipe Cavalcante
Co-Fundador da Lawletter
Declaração do Presidente do TST, autodefinindo-se "vermelho" em oposição a magistrados "azuis", reabre o debate sobre os limites entre liberdade de expressão e dever de imparcialidade do magistrado.
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Código Civil
- 6 min
André Santa Cruz
Advogado | Autor | Professor da Escola de Formação em Advocacia Empresarial – EFAE
Casos recentes julgados pelo Superior Tribunal de Justiça indicam um movimento interessante: a desconsideração da personalidade jurídica vem sendo aplicada com maior rigor técnico, mas também com maior efetividade prática. Isso levanta uma questão inevitável para quem estrutura negócios no Brasil: as engenharias societárias estão, de fato, protegendo o patrimônio ou apenas criando uma falsa sensação de segurança?
Direito Digital
- 6 min
Getúlio Santos
Advogado | CEO da Zapsing
A Terceira Turma do STJ decidiu, por unanimidade, que procurações assinadas eletronicamente fora do padrão ICP-Brasil são válidas no processo judicial, desde que não haja dúvida sobre sua autenticidade. O caso concreto, que envolvia indícios de litigância predatória, revela uma abordagem inteligente do tribunal: validar a assinatura eletrônica como regra e reservar ao juiz o poder de exigir certificação qualificada quando as circunstâncias indicarem fraude.
Direito Constitucional
- 5 min
Filippe Augusto
Defensor Público Federal | Professor Substituto da UFC | Doutor em Direito | Fundador do @ousesaber
O governador de Goiás firmou um memorando de entendimento com os Estados Unidos para cooperação em minerais críticos e terras raras. O documento não tem força vinculante e não passou pelo Presidente da República nem pelo Congresso Nacional. Minerais estratégicos, tecnologia, energia e defesa militar estão no centro da discussão. O acordo não tem valor jurídico. Mas o problema é justamente esse: se não vale juridicamente, por que é considerado grave?
Direito do Consumidor
- 4 min
Larissa Brandão
Advogada e Mentora em Dívidas Bancárias
Após cinco anos, a dívida prescreve e não pode mais ser cobrada, nem judicialmente nem extrajudicialmente. O STJ já decidiu isso com clareza. Mas na prática, milhões de consumidores continuam recebendo cobranças de bancos e assessorias sobre débitos prescritos. Essa cobrança é indevida, e quem está nessa situação tem caminhos concretos para se proteger.
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